segunda-feira, 31 de maio de 2010

O vôo da borboleta.

Depois de enrolar o dia todo...

Estou tomando um novo rumo, vendo no horizonte coisas que não conseguia enxergar, coisas novas, coisas especiais. Não é tarde pra mudar, é sempre cedo. A capacidade do ser humano de se transformar é linda, é especial. Costumo dizer que sou como um camaleão, tento sempre me encaixar no ambiente em que vivo, nas pessoas, em coisas... Como uma metamorfose, me guardo em um casulo, e me transformo... posso ficar meses guardada lá, posso ter medo de reagir, de responder, as vezes de respirar. Mas a vida continua, tenho que sair do casulo, e não deixar que a borboleta dure por apenas algumas semanas, mas que seu brilho seja eterno - enquanto durar.
Aprendi que não devemos sentir vergonha, somos especiais do jeito que somos, e que não devemos sentir saudade, mas fazer acontecer. Devemos voar com as nossas próprias asas sem tapar o brilho dos outros, sem roubar a luz de quem está nos admirando por baixo.
Devemos fazer o nosso voo, o voo da borboleta, será para sempre lembrado... só depende do modo que ele for visto, ou planeijado.

Música do dia: Esquadros - Adriana Calcanhoto.

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